<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-17277918</id><updated>2011-12-02T18:06:42.985-04:00</updated><title type='text'>Cosmopolita</title><subtitle type='html'>O termo cosmopolita denomina um indivíduo que, apesar da origem, aprendeu a apreciar outras culturas. Deriva do grego cosmos e polis, a velha cidade-estado. Logo, ser cosmopolita é ser universal, cidadão do mundo, livre de bandeiras e fronteiras. O termo também entitula uma revista americana (Cosmopolitan Magazine) e um cocktail feito com vodka. O Blog mergulha nos bastidores da notícia, estimula o olhar crítico, desmistifica termos, expressões e jargões. Do mundo para o mundo.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://publicreaction.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17277918/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://publicreaction.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>publiccreation</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15733737264001757344</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>21</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17277918.post-4558931771500900278</id><published>2007-11-04T16:52:00.000-04:00</published><updated>2007-11-04T16:55:48.065-04:00</updated><title type='text'>teste</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp2.blogger.com/_IK64Dmt34Wg/Ry4xaNq2MbI/AAAAAAAAAAM/SJNgoC2XYqg/s1600-h/Cine+Rony.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://bp2.blogger.com/_IK64Dmt34Wg/Ry4xaNq2MbI/AAAAAAAAAAM/SJNgoC2XYqg/s320/Cine+Rony.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5129091352037306802" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Participe também das Comunidades do Orkut:

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Para sobreviver, é preciso buscar maior integração com as diversas mídias, como Internet e Celular, transformar o suporte e personalizar a distribuição do conteúdo, estratégias definidas por especialistas como Midiamorfose.&lt;/span&gt;  &lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Impacto&lt;/span&gt; – Mais do que qualquer outra tecnologia ou nova mídia, a Internet provocou uma série de transformações na sociedade, nas relações sociais, profissionais e acadêmicas. E, principalmente, na maneira como lidamos com as informações. A mídia impressa sofreu o impacto. O 57º Congresso Mundial de Jornalismo Impresso, ocorrido em Istambul, em Junho de 2004, revelou que a circulação de jornais cresceu em apenas 35 dos 208 países estudados. Os maiores índices de crescimento foram identificados nos mercados emergentes, especialmente na China. São vendidos, em média, 85 milhões de exemplares diariamente, contra 55 dos Estados Unidos.&lt;/span&gt;  &lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Declínio&lt;/span&gt; - Dados do Newspaper Association of America apontam a raiz do problema. O percentual de leitores norte americanos de jornais impressos começou a cair nos anos 40, resultado da competição com o Rádio e a Televisão. Mas o crescimento populacional no país provocou uma elevação da tiragem, camuflando a queda proporcional. Até que, nos anos 90, a circulação declinou em números absolutos. Em 1972, metade dos norte americanos na faixa dos vinte anos tinha o hábito de ler jornais todos os dias. Em 1998, esse número caiu para 20%. Hoje, metade da população lê o jornal apenas uma vez na semana, enquanto 62% lêem aos domingos. E os números continuam a cair.&lt;/span&gt;  &lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tentativas&lt;/span&gt; – Nas últimas décadas, os jornais procuraram meios de manter e atrair novos leitores. Fotos coloridas, formato tablóide, objetividade e simplicidade nos textos, brindes encartados e o uso de pesquisas para identificar o interesse dos leitores não foi o suficiente para mudar o quadro. Soma-se a isso, a elevação de custos do papel e a fuga dos anunciantes. Investimentos mundiais em publicidade cresceram 19% para 201 bilhões movimentados entre 1999 e 2004. A publicidade voltada para os jornais impressos somaram 46 bilhões, uma queda de 18% no período de 5 anos. A publicidade on-line cresceu 283% no mesmo período. Como resultado, a quantidade de jornais em circulação nos Estados Unidos caiu 17% nos últimos 22 anos. No Brasil, a queda foi de 16%, apenas nos últimos quatro anos. Ano passado, o Wall Street Journal reduziu seu tamanho para sobreviver. Por aqui, o Jornal do Brasil adotou o formato tablóide.&lt;/span&gt;  &lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta&lt;/span&gt; - Como competir com a velocidade com que as informações são transmitidas pela Internet? O filme Minority Report – A Nova Lei (Minority Report, EUA, 2002) de Steven Spielberg, antecipa a resposta e mostra um jornal, lido por um passageiro do metrô, parecido com um impresso de hoje, contudo, apesar de ter apenas uma página, as notícias são atualizadas em tempo real, vídeos substituem as fotos e as matérias são acessadas com o toque do dedo. O filme pode ser uma ficção, mas a tecnologia é real. Atualmente, várias empresas disputam para ver quem lança no mercado a melhor e mais econômica versão do E-Paper (papel eletrônico). A Phillips, Xérox, 3M, Lucent e Epson, entre outras, desenvolveram suas versões do produto. &lt;/span&gt;  &lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/1975/1662/1600/epaper.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1975/1662/320/epaper.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Eletrosecagem&lt;/span&gt; – A base da tecnologia permite o controle do formato de uma interface confinada de água e óleo colorido, por meio de aplicação de uma tensão elétrica. Na ausência de tensão, o óleo colorido forma um filme plano entre a água e o eletrodo, que é recoberto por uma camada isolante e hidrofóbica. O resultado é um pixel colorido. Quando uma tensão é aplicada entre o eletrodo e a água, muda a tensão interfacial entre a água e o revestimento do eletrodo. Como resultado, o estado sobreposto não é mais estável, fazendo com que a água mova o óleo para o lado. Isto resulta em um pixel transparente ou, no caso de uma superfície branca ser utilizada como substrato, em um pixel branco. O E-Paper é quatro vezes mais brilhante do que os monitores de cristal líquido (LCD) e duas vezes mais brilhante do que as tecnologias emergentes até agora apresentadas ao mercado, além da vantagem de ser uma tela flexível como o papel tradicional.&lt;/span&gt;  &lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Distribuição&lt;/span&gt; – O usuário compraria uma tela E-Paper na assinatura do jornal e teria acesso a Internet em conexões sem fio. O jornal no E-Paper seria atualizado em tempo real, com tela sensível ao toque para o usuário acessar as matérias tocando nas chamadas. Para o jornal, o custo com papel, tinta e distribuição seria eliminado, as matérias ficariam livres dos limites de espaço e o jornal chegaria aos assinantes ao mesmo tempo, como nas outras mídias.&lt;/span&gt; &lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Personalização – A revista produzida em Los Angelis, Reason, mostrou o caminho em sua edição de junho de 2004. Na ocasião, os assinantes receberam exemplares personalizados ao extremo. A chamada principal da capa era: “Eles sabem onde você vive!” seguido pelo nome do assinante. A foto da capa mostrava uma imagem de satélite do bairro residencial do assinante com uma circunferência marcando a casa dele. Aquele exemplar continha matérias e propagandas especialmente escolhidas para atender o gosto e o interesse de cada assinante. Portanto, foram publicadas 50 mil revistas diferentes numa única tiragem. A revista teve grande repercussão e o sucesso foi imediato. Em menos de um ano, as assinaturas cresceram em 20%. Os jornais poderiam tirar grande proveito da extrema personalização em suas versões virtuais porque com a Internet é possível rastrear as páginas visitadas por cada usuário, identificando os assuntos de maior interesse individual. Sendo possível responder com edições cada vez mais personalizadas. &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Participe também das Comunidades do Orkut:

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Pela primeira vez, desde que se tornou uma rede nacional de televisão, a Rede Globo enfrenta o maior anunciante, o Governo – e pode perder.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A industria da televisão no Brasil se sustenta num princípio: a Rede Globo de Televisão tem 50% da audiência e 75% da receita publicitária. A “mini-revolução” que o Governo Lula pode provocar é fixar uma nova regra: a cada um segundo a sua audiência. E essa é a batalha que se trava agora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em nenhum outro Governo a Rede Globo trabalhou com um cliente tão generoso quanto no Governo Fernando Henrique Cardoso. Ou não foi o presidente Fernando Henrique quem, ao visitar o Projac, disse: “Eu me orgulho da Globo. Eu me orgulho do Brasil”, nessa ordem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Governo FHC, a Globo negociava individualmente com cada um dos anunciantes do Governo – Banco do Brasil, Caixa, Correios, distribuidora da Petrobrás. E como era uma rede amiga, irmã, camarada, e porque tem a maior audiência, conseguia dois favores especiais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Globo dava menos descontos aos anunciantes do Governo (e a cada um, um desconto diferente; e nem sempre o anunciante com maior volume recebia o maior desconto). E se beneficiava do direito de incluir o carater “político” na mídia: ainda que a audiencia não chegasse a 75%, era como se tivesse. Já que o Ministro Pedro Malan podia falar nos jornais da Globo quando bem entendesse (de preferência com a Miriam Leitão), a fidelidade da Globo ao Governo tinha um premio: ficar com 75% da receita do mercado, com 50% da audiência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A “mini-revolução” que o Ministro Gushiken pretende fazer é a seguinte:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1) A verba do Governo vai ser distribuida segundo a audiência.&lt;br /&gt;2) A Secretaria de Comunicação do Ministro Gushiken vai comprar toda a mídia de todos os órgãos do Governo.&lt;br /&gt;3) Como é um unico comprador, ela vai poder negociar descontos maiores com as redes de televisão.&lt;br /&gt;4) Vai criar o que chama de “cupom de desconto”. E transferir esse “cupom de desconto” a seus anunciantes: ao Banco do Brasil, Caixa etc. Quando forem negociar com uma rede, em cima da tabela da rede se aplicará o “cupom de desconto” que a Secretaria negociou para todos.&lt;br /&gt;5) Obter o máximo de beneficio para uma verba que é pública.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Globo argumenta que a política caracterizaria o que se chama de “bureau de mídia”. Essa é uma instituição que existe em países de clima temperado, acima do Equador, mas que, aqui, não floresceu – por causa da Globo. Nos “bureaux de midia”, os grandes anunciantes (Nestle, Shell) compram grandes volumes de mídia de uma vez só e reservam para seus produtos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Governo argumenta que não vai montar um “bureau de mídia”, porque não vai reservar espaço nenhum. Cada anunciante (Banco do Brasil, Caixa etc) vai negociar diretamente com a rede. O “cupom de desconto” --- segundo o argumento do Governo -- nada mais é do que o “clube do assinante” do jornal Globo: mostrou a carteirinha, tem desconto. E o que o Governo quer é ser o cliente do Blockbuster: alugou tres filmes, tem direito a mais um. Alugou um, não tem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No momento, a Globo está isolada. As outras redes parecem gostar da nova política, é óbvio. Com ela, se tornam mais competitivas. E, inspirados pelo Governo, quem sabe os grandes anunciantes privados não fazem o mesmo ? As outras redes sempre disseram que não podiam competir com a Globo, porque a Globo ficava com a parte do Leão. Agora, veremos …&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Globo resiste, mas em termos. A direção comercial da Globo escreveu cartas muito gentis à Secretaria de Comunicação; a batalha se trava em termos elevados. Nas primeiras escaramuças para discutir a tabela com novos números, a Globo só concordou em dar descontos muito baixos – segundo a avaliação da Secretaria --, em programas vespertinos, de baixa audiencia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-- E se a Globo retaliar editorialmente ?, alguém perguntou.&lt;br /&gt;-- Não acredito, respondeu um alto funcionário da Secretaria, que não quis se identificar. E a Globo também não está no azul, disse. &lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Paulo Henrique Amorim&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Participe também das Comunidades do Orkut:

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Os candidatos tiveram que responder questões feitas por jornalistas do Grupo Bandeirantes. A primeira questão foi feita pelo comentarista Franklin Martins para o presidente Lula, sobre um dos temas mais abordados durante toda a campanha - o fato do petista dizer que não tinha conhecimento sobre episódios importantes de seu governo, como o escândalo do mensalão, e se ele não repetiria esse mesmo erro em um eventual novo governo. Lula disse que o mais importante não é saber ou não o que aconteceu, já que "a lógica da ética não é saber antes de acontecer, e sim punir quando acontecer". O atual presidente disse que vai continuar a punir "companheiros de 30 anos" caso eles se envolvam em atos de corrupção. Citou também a eficiência da Polícia Federal em investigar os casos de corrupção. Falou também que "o Presidente da República não se exime de responsabilidades, mas nenhum presidente ou pai de família sabem de tudo".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em sua réplica, Alckmin disse que Lula não responde às grandes questões sobre valores porque seu governo é "uma lista telefônica de corrupção", e citou como exemplo a impressão de cartilhas com recursos federais que foram distribuídas em diretórios do PT. Fernando Vieira de Mello propôs a segunda questão, direcionada a Alckmin, sobre a redução da maioridade penal, e falou sobre o assassino de Liana Friedenbach e Felipe Caffé, conhecido como Champinha. Alckmin disse que é contra a redução da menoridade penal, mas é a favor de aperfeiçoar o Estatuto da Criança e do Adolescente, e prever mais de 3 anos de internação em casos graves, e remover os maiores de 18 anos da Febem, com a interrupção da internação ou a transferência para o sistema prisional, mas separado dos presos comuns. Falou também da falta de exemplo que os jovens tem, e que "a impunidade é a mãe de todo tipo de corrupção".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao comentar, Lula disse que problema da segurança pública diz que não é apenas político, mas que envolve a família e a sociedade. E falou de investir nos jovens, na educação, e nas oportunidades de emprego. A terceira questão foi feita para Lula por José Paulo de Andrade, que citou uma entrevista de um autor de novelas que disse que o brasileiro tem mais simpatia pelos vilões que pelos mocinhos para saber como Lula retomaria a ética e o exemplo para os jovens do país. Lula não respondeu diretamente e ainda aproveitou para alfinetar a imprensa, que para o petista faz uma cobertura exagerada dos episódios que envolvem seu governo. "Tão grave quanto os problemas do Brasil é a desagregação da sociedade Brasileira", disse o presidente, que pediu a participação de todos para a propagação de bons exemplos que inspirem os jovens, principalmente a divulgação deles na mídia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tucano rebateu os argumentos de Lula, dizendo que "quanto a corrupção, o exemplo vem de cima". Alckmin afirmou que Lula não tem autoridade moral para falar sobre assunto depois dos escândalos em seu governo. O ponto mais quente do terceiro bloco foi exatamente a resposta de Lula à afirmação de Alckmin. "Eu tenho autoridade moral porque 60% dos prefeitos envolvidos com os sanguessugas são do PFL e do PSDB, e tenho autoridade moral poque não deixo sem punição os envolvidos com corrupção". A economia foi o tema da última questão, que foi formulada por Joelmir Beting para Geraldo Alckmin. O jornalista queria saber onde, quando e como faria cortes significativos nos gastos federais para estimular o crescimento do país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em sua resposta, o tucano disse que o Brasil não cresce pela taxa de juros e que "o governo Lula do PT é a tartaruga, tá parado, tá parado", mas não especificou os cortes que faria. Falou em não desperdiçar o dinheiro do povo e promover a eficiência do gasto público. Para atacar o governo Lula, Alckmin afirmou que a gestão do petista gastou mais em propaganda que em saneamento básico. Lula devolveu o ataque ao tucano em sua réplica. "De gasto em publicidade o Alckmin conhece. É só ver a Nossa Caixa", disse o presidente, fazendo referência a um dos episódios mais explorados na campanha contra o governador de São Paulo. No contra-ataque, Alckmin disse que a política de Lula é a mesma política da gestão Fernando Henrique, só que de maneira equivocada. "O remédio e o veneno são os mesmos, o que diferencia é a dose".&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Participe também das Comunidades do Orkut:

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Os adversários Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Geraldo Alckmin (PSDB) trocaram perguntas sobre administração pública, nos temas da segurança, transportes, geração de energia, entre outros. Primeiro a perguntar, por sorteio, Lula questionou o candidato tucano sobre o calcanhar-de-aquiles de sua campanha, o caos na segurança pública em São Paulo, deflagrado em maio com os atentados atribuídos ao PCC (Primeiro Comando da Capital). O presidente afirmou que, depois de 12 anos de governo do PSDB e PFL, os secretários de segurança e administração penitenciária não se entendiam e "o PCC tomou conta do país".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alckmin retomou alguns números exibidos anteriormente em sua propaganda eleitoral. Disse que seu governo retirou das ruas 90 mil bandidos, reduziu em 50% os homicídios em São Paulo e construiu 75 unidades prisionais. "O governo Lula só fez uma (cadeia)", provocou o tucano, para quem a polícia de fronteira prometida pelo governo federal "não aconteceu", permitindo o tráfico de drogas e armas no país. "Fizemos a nossa parte. E o candidato Lula?", indagou Alckmin. Segundo o tucano, o governo federal liberou apenas uma pequena parte, 9%, das verbas do sistema único de segurança pública e ainda cortou verbas do setor na maioria dos Estados. Lula acusou o adversário, quando governador, de cortar 15% do orçamento da segurança pública e R$ 67 milhões no setor da inteligência. "Há contradição entre os números que você decorou e a realidade da segurança em São Paulo", afirmou o petista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na hora de perguntar, Alckmin fez críticas à política externa brasileira, ressaltando o que considera a submissão do país em relação à Bolívia e também a invasão dos produtos chineses no mercado. "Com a Bolívia o Brasil foi humilhado", disse. Para Lula, "a política externa brasileira é ousada". O presidente citou o aumento expressivo nas exportações no seu governo e disse que a América Latina é hoje o maior comprador do Brasil. "Nos abrimos para a África, para quem os defensores da tua política externa viraram as costas", afirmou Lula. "Esse país conquistou autoridade moral. A Bolívia fez com o gás dela o que todos os países fizeram com o petróleo. O Brasil tem que ser justo com a Bolívia na negociação. Já houve tempo em que a bravata com os países pobres predominava, agora não, agora é parceria".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lula citou o presidente norte-americano George Bush e disse que Alckmin "pensa ainda que estamos na Guerra Fria". "Se o Bush tivesse o bom senso que eu tenho, não teria a guerra do Iraque. Ele foi avisado. Ele pensava que nem você, Alckmin, e fez uma barbárie dessas". Ao fazer a pergunta para o adversário, Lula chamou o candidato a vice-presidente de Alckmin de "rei do apagão" e perguntou qual a sua proposta para a questão energética brasileira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em vez de desenvolver seu programa de governo na área, Alckmin fez críticas ao governo Lula. "O Brasil não cresceu, perdeu oportunidades. O Brasil não tem investimento em geração de energia importante. O Brasil está parado na área de energia. As hidrelétricas do Norte não saíram do papel". As críticas foram rebatidas pelo presidente, que citou a auto-suficiência da Petrobras, comemorada em abril deste ano, e a criação de projetos como H-Bio e biodiesel. Alckmin perguntou sobre a ausência de investimentos nas estradas e disse que apenas no quarto ano do governo Lula houve a operação tapa-buracos, sem concorrência pública. Lula respondeu que o seu governo está restaurando 26 mil quilômetros de estradas e fazendo obras em aeroportos como o de Congonhas, em São Paulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Veja o aeroporto de Congonhas, você poderia me agradecer", afirmou. "Fazemos isso porque o Brasil precisa disso. Quando vocês governaram o Brasil, vocês não acreditavam que o país poderia crescer. Vocês pensavam pequeno, pensavam o Brasil apenas exportando para os Estados Unidos e para a União Européia. E eu quero o Brasil exportando para o mundo inteiro". Para Alckmin, "o mundo do candidato Lula é o mundo virtual. Ele anda de Aerolula, eu fui ver as estradas brasileiras", lembrou. No final do bloco, o presidente e candidato à reeleição pediu ao adversário que reconhecesse os avanços promovidos desde a sua posse, em 2003. "O fato concreto e objetivo é que o Brasil melhorou. Reconheça pelo menos uma vez. As pessoas estão comendo mais, construindo mais".&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Participe também das Comunidades do Orkut:

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O tucano voltou a falar dos escãndalos de corrupção que ocorreram durante o governo Lula, e insistiu em saber a origem do dinheiro que comprou o dossiê contra José Serra. Já Lula falou de episódios que remontam ao governo de FHC, e questionou: "Por quê não puseram o Fernando Henrique aqui, vergonha?". No início, Lula voltou a falar das 69 CPIs que Alckmin teria engavetado em sua administração. Antes de responder, Alckmin também retomou um assunto do primeiro bloco e disse que não é preciso tortura para descobrir a origem do dinheiro que comprou o dossiê. Sobre as CPIs, o candidato do PSDB citou o regimento da Assembléia Legislativa de São Pauço, que obriga que os pedidos de abertura de investigações devem ser votados em plenário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em seguida, Alckmin passou a falar do Rodoanel, que segundo ele é "a obra mais barata do Brasil". Sobre a participação federal nesta iniciativa, o tucano foi enfático ao falar que "o governo do Lula é contra o Rodoanel". Lula ironizou Alckimin, que reclamou que o petista apenas lia as suas perguntas, sem ter certeza das saus afirmações. "Eu não sei se o candidato se incomoda com o fato de eu ler, mas eu vou continuar lendo para não cometer nenhuma leviandade". O tucano voltou a falar sobre os escãndalos de corrupção, em especial do indiciamento de cinco ministros do governo Lula. "Eu não me omito, eu não jogo nas costas do governo as minhas responsabilidades", disse Alckmin sobre a falta de ação do presidente em relação a esses episódios, que chamou de "estranhos".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A reação de Lula foi dizer que "o estranho não é ter ministro envolvidos, o estranho é ter os ministros envolvidos punidos", e citou que o princípio da ética é "cortar na própria carne". Alckmin replicou, e disse que Lula não cortou na carne, já que os ministros não foram demitidos, e sim pediram demissão, e acusou o governo do petista de ser "violento com os pequenos", como o caseiro Francenildo, que teve seu sigilo bancário quebrado após acusar o então ministro da Fazenda Antonio Palocci de participar de reuniões com lobistas em Brasília, e "pequeno e fraco, fraquíssimo", contra os grandes erros de sua administração. Lula disse que o mais importante não é dizer que seu governo não tem corrupção, e sim punir com rigor os corruptos quando eles surgiram.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Participe também das Comunidades do Orkut:

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Alckmin partiu para o ataque à ausência de Lula nos debates anteriores já na primeira fala, quando lembrou e agradeceu as presenças de Heloísa Helena (PSOL) e Cristovam Buarque (PDT). Segundo o tucano, Lula só compareceu agora por medo de perder a eleição. Lula e Alckmin trocaram críticas mútuas já a partir da pergunta inicial do mediador, o jornalista Ricardo Boechat. Ele quis saber se e como o próximo governo vai cortar despesas para melhorar os investimentos e fortalecer o crescimento econômico. "Vou cortar gasto não da Previdência, mas da corrupção", disse Alckmin, citando também a necessidade de cortes nos ministérios "sem nenhuma razão de ser" e nos milhares de cargos em comissão. Prometeu também cortar gastos nas compras superfaturadas através de bolsa eletrônica e pregão eletrônico, experiências realizadas quando governador de São Paulo. Lula sequer deu boa-noite aos telespectadores. "O meu adversário decora alguns chavões para participar de debates", disse. Segundo o presidente, os partidos dos adversários já governaram muitos Estados e "ficou claro que a única coisa que sabem fazer é cortar gastos naquilo que não poderiam cortar".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Nós fizemos o país crescer como em nenhum momento da sua história nos últimos 20 anos", afirmou Lula. "Até parece que o governador não estava no Brasil em 2003. Poderia começar me agradecendo. Esse país estava totalmente falido, não tinha crédito, não conseguia controlar a inflação". Lula disse que seu governo gerou 7 milhões de empregos em apenas quatro anos. Na hora das perguntas entre candidatos, Alckmin repetiu a pergunta que vem fazendo desde meados de setembro: "De onde veio o dinheiro sujo, 1,7 milhão em dinheiro vivo, para comprar um dossiê fajuto?" "Faz 30 dias que ele quer saber de onde veio o dinheiro", replicou Lula. "O único ganhador nesse trambique todo foi a candidatura do meu adversário", disse. "A Polícia Federal é muito competente, ela não faz pirotecnia, ela investiga". Lula afirmou que Alckmin possivelmente teria saudade do tempo da ditadura, quando as investigações eram mais rápidas. "Uma investigação séria é demorada. Afastamos todas as pessoas envolvidas, cabe à PF fazer as investigações", disse Lula.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao fazer a pergunta, o presidente e candidato à reeleição citou a participação de Barjas Negri, ministro da Saúde que sucedeu José Serra no governo de Fernando Henrique Cardoso, no escândalo dos sanguessugas e da máfia dos vampiros. Negri foi secretário de Habitação do então governador Alckmin. "O candidato sabia ou não sabia das transações obscuras do Barjas Negri?" Alckmin respondeu que os escândalos não diziam respeito ao seu governo. "Não tem uma prova", afirmou. "Quanto ao Barjas Negri, no meu governo não tem absolutamente nada. Se há alguém que não tem moral para falar de ética, é o candidato Lula." Lula voltou à carga e lembrou que no governo do PSDB e PFL em São Paulo, 69 pedidos de CPIs foram engavetadas. "A que preço eu não sei", sublinhou. "Sou de formação pobre, mas da formação de quem não deve não teme". Segundo o presidente, Negri tem condenações provisórias do Tribunal de Contas.  O candidato tucano questionou a afirmação de Lula de que não teria tentado impedir a realização de CPIs. "As CPIS só saíram porque o Roberto Jefferson contou a verdade pro Brasil. O governo foi derrotado, por isso é que saíram as CPIs."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes do evento, o senador Eduardo Suplicy (PT) lembrou que se trata da primeira vez que um presidente em exercício do mandato se dispõe a debater com um adversário em período eleitoral. Na campanha de 1998, encerrada ainda no primeiro turno, o presidente e candidato à reeleição Fernando Henrique Cardoso (PSDB) não compareceu aos confrontos na TV. O debate tem mediação do jornalista Ricardo Boechat e se compõe de cinco blocos. No quarto, em vez do confronto direto dos adversários, jornalistas farão perguntas aos presidenciáveis. No primeiro turno, os presidenciáveis participaram de três debates na TV, todos sem a presença de Lula: na Bandeirantes em 14 de agosto, na Gazeta em 13 de setembro e na Globo em 29 de setembro. Até o momento, está confirmada a realização de um segundo debate no segundo turno, na Globo, em 27 de setembro.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Participe também das Comunidades do Orkut:

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A avaliação foi feita em entrevista à BBC por Silke Pfeiffer, diretora regional das Américas da Transparência Internacional, organização que se dedica ao combate à corrupção. “Se olharmos o comportamento dos eleitores em relação a deputados, senadores, etc., não podemos dizer que os eleitores puniram candidatos com acusações de corrupção”, diz ela. “Quase 20% de todos os candidatos a deputados federais eram acusados de corrupção, o que é um número dramático”, afirma. “Esperávamos que os eleitores brasileiros punissem sistematicamente esse tipo de comportamento, mas isso não tem acontecido.” Pfeiffer cita como exemplos os casos do ex-presidente Fernando Collor de Mello, afastado da Presidência em 1992 após um escândalo de corrupção e que foi eleito no domingo ao Senado por Alagoas, e do ex-governador Paulo Maluf, que esteve preso no ano passado acusado de lavagem de dinheiro e corrupção e que foi eleito deputado federal com a maior votação individual do país. “Acho que os eleitores estão cientes dos problemas de corrupção, mas há uma mentalidade muito perigosa de ‘rouba mas faz’. Isso é realmente muito perigoso e precisa ser combatido”, avalia Pfeiffer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;'Rouba, mas faz miséria'&lt;/span&gt; - Para ela, é necessário “mostrar aos eleitores que a corrupção não é um mal necessário e que pode ser combatida”. “Temos que mostrar que ‘rouba, maz faz’ significa na verdade ‘rouba, mas faz miséria’”, diz. Para a representante da Transparência, o combate à corrupção é essencial para permitir o combate aos demais problemas que países como o Brasil enfrentam, como a pobreza, a violência e a geração de empregos. “São bilhões de dólares de recursos perdidos. O governo precisa ser pressionado para entender que tem um claro interesse em combater a corrupção se quiser resolver as outras questões”, afirma Pfeiffer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Pressão&lt;/span&gt; - Para ela, a pressão dos eleitores é importante para mudar a situação, mas também é possível haver pressão externa. “Várias pesquisas internacionais já mostraram que a corrupção afasta investimentos”, comenta ela. Além disso, avalia Pfeiffer, os organismos internacionais de financiamento deveriam favorecer os atores sociais comprometidos com o combate à corrupção. “As agências de financiamento deveriam ficar mais atentas a quem emprestam o dinheiro e ter meios de controle. Há muitos meios para moldar a ajuda internacional e recompensar aqueles que realmente têm interesse em mudar alguma coisa. Desta forma, pode-se gerar incentivos para mudanças”, afirma. Para ela, o atual governo não adotou medidas para punir e prevenir a corrupção. “O combate à corrupção é sempre um grande slogan em campanhas eleitorais e serviu em campanhas eleitorais prévias de Lula”, diz ela. “Ele até mesmo assinou comprometimentos muito concretos com a &lt;a href="http://www.transparencia.org.br/index.html"&gt;Transparência Brasil&lt;/a&gt; (seção brasileira da Transparência Internacional), mas implementou realmente muito poucos deles”, afirma. Conheça o projeto &lt;a href="http://www.excelencias.org.br/"&gt;Excelências&lt;/a&gt; da ONG: Transparência Brasil.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Participe também das Comunidades do Orkut:

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O país inteiro sofreu um sobressalto ao saber da vitória do candidato Paulo Maluf (PP), eleito Deputado Federal naquele Estado, e ainda, entre os mais votados. Mesmo considerando todo o seu passado controverso. O ex-prefeito de São Paulo torna-se o grande puxador de votos nestas eleições no Estado. Maluf conquistou 739.827 votos. A frente de Celso Russumanno&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: courier new;"&gt; (PP)&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: courier new;"&gt;, Clodovil&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: courier new;"&gt; (PTC)&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: courier new;"&gt; e Eneas (Prona).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: courier new;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Perfil&lt;/span&gt; - Paulo Salim Maluf (São Paulo, 3 de setembro de 1931 -) é um empresário e político brasileiro. Foi prefeito de São Paulo e governador do  estado de São Paulo. Atual membro do Partido Progressista (PP). Político populista, conseguiu obter muitos investimentos para o Estado no período militar. Entrou para a politica através do movimento estudantil da Universidade de São  Paulo, quando, durante o curso de engenharia civil pela Escola Politécnica, fez parte do Grêmio Estudantil. Em 1964, tornou-se vice-presidente da Associação Comercial de São Paulo. Tomou posse em 30 de março, um dia antes da queda do presidente João Goulart. O sogro de Maluf era um dos líderes do Ipes, órgão que articulou o golpe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sua carreira política decolou graças à amizade com o general Artur da Costa e Silva e sua mulher Iolanda Costa e Silva. Com a "eleição" do general - que era o então chefe da chamada "linha dura" do regime militar - para presidente pelo Congresso Nacional em 1967, Maluf foi indicado para a presidência da Caixa Econômica Federal em São Paulo nos anos de 1967 e 1968. Maluf foi nomeado prefeito (biônico) de São Paulo para o período de 1969 a 1972. O mandato de Maluf apresentou ao eleitores o que viriam a ser seus traços característicos: o autoritarismo; sua ligação com os setores mais linha-duras do regime e do empresariado; sua visão futurista e sua preocupação com a infra-estrutura da cidade, caracterizada nas obras realizadas por toda São Paulo, isso sempre pesa nas eleições em que concorre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sua gestão foi responsável por dezenas de vias expressas elevadas, sessenta viadutos e pelas avenidas marginais dos rios Pinheiros e Tietê, por onde trafegam atualmente mais de setecentos mil veículos por dia. Essas obras evitaram o caos no trânsito da cidade, que, na época, possuía uma frota de apenas 500 mil veículos. Hoje são mais de cinco milhões (um automóvel para cada dois habitantes). Maluf acabou conquistando um eleitorado cativo e ser uma presença permanente na política de São Paulo, suscitando a existência de um movimento de massa em torno de sua pessoa, que veio a ser denominada de Malufismo. Enquanto corrente de opinião política, o malufismo caracterizou-se como uma forma de populismo de direita, exaltando o empreendedorismo individual corporificado no arrivismo do seu líder. Na gestão seguinte ao término de seu mandato de prefeito, Maluf foi secretário de Transportes da prefeitura de São Paulo (1971-1974). Durante esse período, ajudou na expansão do metrô. Maluf nunca trocou de partido, embora a sigla tenha mudado ao longo dos anos: de Arena para PDS, que mudou para PPR, que virou PPB, e que hoje é PP (Partido Progressista).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Derrotas&lt;/span&gt; - Em 1982, depois de atuar como Governador de São Paulo, disputou uma vaga de deputado federal; foi eleito com 672.629 votos, sagrando-se o segundo deputado federal mais votado da história do país. Na Câmara (1983-1986), articulou sua primeira candidatura à Presidência da República. Em 1984 votou contra a emenda que propunha as eleições diretas. Perdeu a Presidência para Tancredo Neves. Na disputa pelo governo do estado perdeu em 1986 para Orestes Quércia e ficou em terceiro lugar. Em 1988, liderou as pesquisas a prefeito de São Paulo até a última semana, quando foi superado por Luiza Erundina do (PT). Em 1989, na primeira eleição direta para presidente após a ditadura, Maluf tenta de novo a Presidência, mas ficou em 5º lugar, perdendo para Fernando Collor de Mello (PRN). Em 1990 perdeu para Luiz Antônio Fleury Filho (PMDB) no segundo turno, novamente disputando o Governo do Estado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Retomada&lt;/span&gt; - Maluf ganha a eleição para a Prefeitura de São Paulo em 1992, superando Eduardo Suplicy (PT) no segundo turno com 53% dos votos. Nesse último mandato como prefeito, alcançou o maior índice de aprovação da história de São Paulo, com cerca de 93%. Essa porcentagem gigantesca deveu-se, principalmente, aos projetos sociais implantados por Maluf, como o Cingapura e o Leve Leite, além da reestruturação do sistema de saúde através do PAS. Em 1996, graças a sua popularidade na época, conseguiu eleger Celso Pitta para sucede-lo na prefeitura. Pouco depois, Pitta e Maluf viraram inimigos políticos e a péssima atuação de Pitta à frente do cargo acabou por prejudicar a imagem de Maluf.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Queda Livre&lt;/span&gt; - Em 1998, perdeu para Mário Covas (PSDB) no segundo turno para o governo do estado de São Paulo. Em 2000 perdeu a prefeitura no segundo turno para Marta Suplicy (PT), que teve 58,51% dos votos. Em 2002, perdeu também na votação final para Geraldo Alckmin (PSDB), nas eleições para o governo de São Paulo. Nas eleições municipais de 2004 ficou atrás de José Serra e Marta Suplicy, totalizando 11,91% dos votos, seu pior desempenho na disputa da prefeitura paulistana. Preso em 2005, acusado de intimidar uma testemunha, permaneceu na cárcere sede da Polícia Federal de São Paulo de 10 de setembro a 20 de outubro de 2005(por 40 dias). Este episódio ocorreu após as  graves denúncias de lavagem de dinheiro, formação de quadrilha, corrupção e crime contra o sistema financeiro (evasão fiscal). O STF julgou que, em decorrência da idade de Paulo Maluf, sua saúde seria frágil para permanecer preso, autorizando assim a sua saída da prisão. Os jornais denunciaram à época que apesar da saúde frágil, Maluf no dia seguinte foi encontrado comendo pastéis e tomando chope em Campos do Jordão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Superior Tribunal de Justiça condenou, em 2006, Paulo Maluf a pagar uma multa de R$1,2 milhão pela contratação irregular da TV Globo para cobrir a Corrida de São Silvestre. A Justiça brasileira possui uma série de documentos que indicam uma movimentação de US$ 446 milhões em contas em nome de Paulo Maluf no exterior. Tendo, inclusive, seu genro admitido à Justiça que movimentou recursos ilegais nestas contas. Numa matéria do jornal O Estado de S.Paulo (SP) de 10 de setembro de 2005, fala-se que Paulo Maluf já enfrentou mais de 150 processos, no entanto, até aquele momento não sofreu qualquer condenação. A seguir, uma lista com os principais processos ainda em trâmite legal:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Supremo Tribunal Federal responde por: Ato lesivo ao patrimônio público (Recurso Extraordinário 479887);&lt;br /&gt;Acusação de fazer propaganda pessoal ao usar na prefeitura o logotipo de sua campanha eleitoral (Recurso Extraordinário 242546).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Superior Tribunal de Justiça responde por:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Improbidade administrativa (Recurso Especial 848564);&lt;br /&gt;Dano ao meio ambiente (Recurso Especial 793200);&lt;br /&gt;Ação Civil Pública por improbidade administrativa (Recurso Especial 793197);&lt;br /&gt;Ação civil pública por improbidade administrativa (Recurso  Especial 782841);&lt;br /&gt;Ação Civil Pública por Improbidade Administrativa (Recurso Especial 765985);&lt;br /&gt;Ação civil pública por dano ao patrimônio público (Recurso Especial 763125).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obs:Para detalhes, acesse o endereço: http://www.stj.gov.br/webstj/Processo/Justica/default.asp e entre com o número do recurso que está entre parênteses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Ministério Público Estadual de São Paulo: Dois processos sobre suposto desvio de dinheiro na construção da avenida Águas Espraiadas tramitam na Promotoria da Cidadania do Ministério Público Estadual de São Paulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Fazenda Pública: Devido ao processo cível que tramita na quarta Vara da Fazenda Pública todos os seus bens foram bloqueados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para mais detalhes sobre a carreira política e as acusações sobre Paulo Maluf, acesse o projeto Excelências da ONG: &lt;a href="http://perfil.transparencia.org.br/index.php?id=720"&gt;Transparência Brasil&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: courier new;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Participe também das Comunidades do Orkut:

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Para quem não se lembra, Collor foi o primeiro presidente civil eleito por voto direto desde 1960 no Brasil. Carioca, fez carreira política em Alagoas. Elegeu-se deputado federal pelo PDS (Partido Democrático Social), em 1982. Pelo PMDB (Partido do Movimento Democrático Brasileiro), foi eleito governador de Alagoas em 1986. Foi afastado da Presidência da República em 2 de outubro de 1992 em meio a denúncias de esquemas de corrupção. Hoje fazem exatamente 14 anos que ocorreu esse histórico incidente. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Renunciou à Presidência da República em 27 de dezembro do mesmo ano.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;br /&gt;Por trás do jeito Collor, do "aquilo roxo", montava-se um esquema de corrupção e tráfico de influência que veio à tona em seu terceiro ano de mandato. Em maio de 1992, Pedro Collor concedeu entrevista na qual acusava o tesoureiro da campanha presidencial de seu irmão, o empresário Paulo César Farias, de articular um esquema de corrupção de tráfico de influência, loteamento de cargos públicos e cobrança de propina dentro do governo. O chamado esquema PC teria como beneficiários integrantes do alto escalão do governo e o próprio presidente. No mês seguinte, o Congresso Nacional instalou uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) para investigar o caso. Durante o processo investigatório, personagens como Ana Accioly, secretária de Collor, e Francisco Eriberto, seu ex-motorista, prestaram depoimento à CPI confirmando as acusações e dando detalhes do esquema. Um dos expedientes utilizados por PC era abrir contas "fantasmas" para realizar operações de transferência de dinheiro _arrecadado com o pagamento de propina e desviado dos cofres públicos_ para as contas de Ana Accioly. Além disso, gastos da residência oficial de Collor, a Casa da Dinda, eram pagos com dinheiro de empresas de PC Farias. Aprovado por 16 votos a 5, o relatório final da CPI constatou também que as contas de Collor e PC não foram incluídas no confisco de 1990. Foi pedido o impeachment do presidente. Em agosto, durante os trabalhos da CPI, a população brasileira começou a sair às ruas para pedir o impeachment. Com cada vez mais adeptos, os protestos tiveram como protagonista a juventude, os "cartas-pintadas", que pintava no rosto "Fora Collor", com um ele verde e o outro amarelo, e "Impeachment Já". Em votação aberta, após tentativa de manobra do presidente para uma sessão secreta, os deputados votaram pela abertura de processo de impeachment de Collor. Foram 441 votos a favor (eram necessários 336), 38 contra, 23 ausências e uma abstenção. Collor renunciou ao cargo, mas com o processo já aberto, teve seus direitos políticos cassados por oito anos, até 2000.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span class="article"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span class="articleEleicoes"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Participe também das Comunidades do Orkut:

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Com três quartos do horário eleitoral já transcorridos, não houve qualquer redução de sua vantagem sobre a soma das intenções de voto nos demais candidatos. Em agosto, contra os 50% de Lula, somavam 36% seus adversários; nesta última pesquisa, ele tem 51% e os outros, juntos, 34%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado, reforçou-se a tendência à consolidação das intenções de voto em Lula, que vinha acontecendo desde os primeiros dias, após o começo do horário eleitoral: no fim de agosto, a relação entre voto espontâneo e estimulado já era muito alta, de 86%, e agora chega a 90%, sugerindo que apenas um em cada dez eleitores que pensam votar Lula é “menos definido”, o que se confirma com os 86% que afirmam estar “decididos e não pretendem mudar de idéia” sobre esse voto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lula está melhor hoje que, por exemplo, Fernando Henrique em meados de setembro de 1998, quando faltavam poucos dias para a sua reeleição. Em pesquisa nossa de então, FHC tinha 41% na espontânea e 49% na estimulada, índices inferiores, ainda que pouco, aos que Lula alcança nesta pesquisa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será que os acontecimentos dos últimos dias, com as novas trapalhadas de petistas dentro e fora do governo, vão mudar esse favoritismo? Será que o “dossiê” contra Serra, com suas ridículas maquinações e personagens, vai atingir o presidente?&lt;br /&gt;Pode-se dizer, com segurança, que, passados os primeiros três dias com o assunto em pauta, nada ocorreu. Se daqui para a frente algo vai acontecer, só nos resta esperar para saber. Entretanto, somos livres para especular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pessoalmente, acredito que Lula continua favorito para ganhar as eleições no dia 1º de outubro, pela simples razão de que ele tem já, por tudo que as pesquisas indicam, um número de eleitores decididos amplamente suficiente para isso. Ou seja, as pessoas que dizem ter certeza de que vão votar em Lula bastam, mesmo se desistirem todos os que apenas quando estimulados optam por seu nome, chocados pelo assunto do “dossiê”.&lt;br /&gt;Os “decididos” por Lula chegaram a essa conclusão depois de um longo período de consideração, que foi amadurecendo desde quando, com o “mensalão”, tiveram de pensar se era mesmo em Lula que iriam votar nas eleições de 2006. Para chegar à conclusão que dizem ter chegado, tiveram de pensar muito e avaliar denúncias até mais graves que as de hoje, pois envolviam diretamente o governo e pessoas muito mais centrais que o submundo atualmente em discussão. Se aqui chegaram “firmes”, não parece ser pelo que estão ouvindo agora, quando faltam dez dias para a eleição, que vão mudar. Tudo isso, é claro, se forem as que conhecemos as “novas denúncias”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez seja a hora, então, de nos perguntarmos qual a natureza do voto em Lula, porque tanta gente diz pretender votar nele, tanta, que tudo aponta para sua vitória em primeiro turno. Mais que um exercício acadêmico, isso pode ser essencial para que saibamos, como País, tirar das eleições que se avizinham aprendizagem e conseqüências, seja para o próximo quadriênio, seja para o futuro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parece-me que o primeiro passo é desfazer alguns equívocos que, a meu ver, têm impedido a adequada compreensão do que são e de como se formaram as intenções de voto em Lula. São cinco as principais teses equivocadas, que circulam quase desimpedidas no discurso de ampla porção de nossas elites, na sociedade e entre “formadores de opinião”:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;1ª O voto em Lula é um voto “cínico”&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;É impressionante como essa suposição está presente nas opiniões e avaliações sobre a provável vitória de Lula este ano. Desde leigos a pessoas que se acham muito informadas, passando por eleitores que, eles próprios, pensam em votar no presidente, forma-se o sentimento de que é o “cinismo” do eleitor que explica o fato de Lula estar à frente.&lt;br /&gt;Subjacente a essa idéia, parece estar o argumento que, para quem pretende votar em Lula, ética, moral, respeito às leis, são palavras sem sentido. Aceitar Lula é, assim, aceitar o vale-tudo e o jogo sujo, seja por concordar com ele, seja por não acreditar que exista alternativa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem vê os eleitores de Lula dessa maneira não tem idéia de como foi traumático, para a quase totalidade deles, o “mensalão” e tudo que com ele veio à tona. Aquelas denúncias levaram os eleitores a uma revisão profunda de suas opiniões sobre o presidente e o PT, com a qual se debateram durante meses. Quem, como nós, acompanhou esse processo, através de inúmeras pesquisas, qualitativas e quantitativas, sabe que muitos desses, incluindo eleitores que sempre haviam votado Lula, hoje estão pensando em votar nos demais candidatos. Outros, como as mesmas pesquisas mostram, decidiram-se por Lula, mas nunca ignorando ou menosprezando o “mensalão”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O voto em Lula não é, portanto, um voto de quem “não está nem aí” para a ética. Lula está sendo votado apesar do “mensalão” e não porque o “mensalão” é irrelevante para seus eleitores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;2ª O voto em Lula é um voto “burro”&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Quando procuram “explicar” as razões de uma vitória de Lula, muitas pessoas em nossa elite ficam perplexas com a “burrice” do eleitor, que não consegue entender o “mensalão” e “tudo o que ele quer dizer” sobre Lula e seu governo. A isso se agrega a visão de que eleitores educados não votam Lula, sendo apenas entre analfabetos que está sua intenção de voto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os dados dessa e de muitas outras pesquisas não mostram isso, ao contrário. Lula não perde de Alckmin em nenhum nível de escolaridade e, em seu pior desempenho, empata com ele entre pessoas com escolaridade mais alta. Ou seja, há tantos eleitores com educação superior pensando em votar Alckmin, quanto em Lula.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto ao argumento da “incapacidade de entender o mensalão”, o que estamos vendo é que muitos eleitores, sem desconhecê-lo (e sem achar que é irrelevante), apenas não fizeram aquilo que a oposição a Lula, ao que parece, queria que fizessem: que julgassem Lula e seu governo com o único critério do “mensalão”. Assim procedendo, ou seja, se recusando a uma avaliação tão simples e unidimensional, revelaram-se capazes de um julgamento mais “sofisticado” e complexo, tudo menos “burro”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;3ª O voto em Lula é um voto “manipulado”&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Uma terceira maneira de desqualificar o voto de eleitores que pensam em Lula é dizer que é um voto “manipulado” por mistificações de vários tipos, da comunicação e do marketing, mas, especialmente, do Bolsa-Família, o “mensalinho” dos muito pobres, como se chegou a dizer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa tese não se sustenta em nada de sólido. As evidências de que o Bolsa-Família “explica” o voto em Lula nas famílias beneficiárias, ao contrário, são muito frágeis. Para sustentar o argumento, seria necessário mostrar, por exemplo, que eleitores de famílias análogas, mas onde não há beneficiários, votam de maneira significativamente diferente, coisa que, até agora, não foi demonstrada com adequado rigor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se, no plano individual, a prova é, no mínimo, inconclusiva, no plano coletivo é menos ainda. Se fosse verdade que o programa tem esse tipo de impacto, seria razoável esperar que, em cidades onde a cobertura é maior, a propensão a votar em Lula aumentasse, seja por haver mais beneficiários diretos, seja por haver ganhos indiretos (no comércio, especialmente) que seus habitantes creditassem a ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com base em pesquisas como as que fazemos, nós e os demais institutos, não se pode dizer isso, nem de longe. O que temos, quando classificamos os municípios incluídos em nossa amostra em categorias de cobertura, indo de “baixa”, “média”, “alta” a “muito alta”, é que todos os tipos de município tendem a votar de maneira semelhante. Ou seja, não há qualquer relação entre viver em municípios de “baixa” ou “muito alta” cobertura e votar ou não votar em Lula.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Bolsa-Família é importante fator de voto em Lula, ainda que menos, para o eleitorado popular, que a política de salários e de preços que, em seu entender, o governo pratica e que é boa. Ambos são uma confirmação do que mais esperavam de Lula como presidente, por tudo o que ele tinha sido na vida: alguém que ia fazer diferença exatamente aí, nas condições de vida dos mais pobres. O Bolsa-Família é muito mais significativo como símbolo, do que como a “esmolinha” que muitos imaginam que é. O programa é a promessa cumprida, o compromisso básico que Lula honrou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;4ª O voto em Lula é um voto “nordestino”&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Das teses não substanciadas sobre o voto em Lula, a que mais facilmente se desmente é a que afirma que “Lula ganha por causa do Nordeste”, por isso se entendendo que sua vitória seria uma oposição entre o Brasil “moderno” e o “atrasado”. Na fantasia de alguns articulistas, trazendo riscos de chegar à “ruptura” entre os dois.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma simples observação da tabela abaixo mostra que essa idéia não se sustenta:&lt;br /&gt;Em outras palavras e ao contrário do que imaginam muitos: Lula parece ter condições de vencer as eleições no primeiro turno, com ou sem o voto do Nordeste. É fato que ele tem muitos votos na região, mas também é verdade que ele é votado, e muito, no que essas pessoas pensam ser o Brasil “moderno”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;5ª O voto em Lula é um voto de “miseráveis”&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;A última de nossas teses equivocadas (que poderiam ser até mais, tantas são as concepções sem fundamento atualmente em curso) é outra em que nossa elite parece acreditar piamente: Lula vai ser eleito pelos “miseráveis” e contra a vontade do resto do País.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A base para esse equívoco é a apressada leitura de resultados de pesquisas, amplamente propagadas por parte da imprensa, que mostrariam que Lula perde “de muito” nas classes de renda mais alta, mas compensa esse “fracasso” com alta intenção de voto entre os muito pobres. Entre esses (e aí este se liga ao equívoco anterior), Lula vence, pois “comprou” seu voto com as migalhas que distribui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qualquer profissional de pesquisa sabe que tirar conclusões de subamostras muito limitadas não é admissível. Na maior parte das vezes, no entanto, é isso o que ocorre: em uma amostra nacional com 2 mil entrevistas (qualquer que seja o tamanho de eventuais expansões estaduais), entrevistados de famílias com mais de dez salários mínimos de renda, são cerca de cem, se não se fizer uma cota específica. Em um estrato desse tamanho, a margem de erro pode passar de 30%, tornando qualquer interpretação puro exercício de fantasia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para indicar quão frágil é o argumento, podemos ver na tabela abaixo o resultado das respostas sobre intenção de voto entre pessoas com esse nível de renda, em uma amostra cumulativa com cerca de mil entrevistados, ou seja, com tamanho adequado:&lt;br /&gt;O que os dados mostram é que Lula e Alckmin estão muito próximos na intenção de voto desse tipo de eleitor, a rigor empatados, na margem de erro, nacionalmente. Não há, portanto, razão para dizer que o voto em Lula é “miserável”. Considerando apenas os segmentos com renda relativamente mais elevada, ele tem tantos votos quanto o candidato do PSDB.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Participe também das Comunidades do Orkut:

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Agora, no lançamento do seu novo CD, Carioca, ele novamente brilhou ao falar sobre a situação política brasileira. A direita deve ter ficado furiosa, com saudades dos tempos da ditadura militar que o perseguiu e censurou; a esquerda "rancorosa" deve ter ficado ressentida com seus irônicos comentários; já os setores da sociedade que, mesmo críticos das limitações do governo Lula, não perderam a perspectiva, ganharam novo impulso criativo para a sua atuação. Mas é melhor deixar o poeta falar, pinçando trechos das suas entrevistas na revista Carta Capital e no jornal Folha de S.Paulo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Sobre a crise política&lt;/span&gt;: É claro que esse escândalo abalou o governo, abalou quem votou no Lula, abalou, sobretudo o PT. Para o partido, esse escândalo é desastroso. O outro lado da moeda é que disso tudo pode surgir um partido mais correto, menos arrogante. No fundo, sempre existiu no PT a idéia de que você ou é petista ou é um calhorda. Um pouco como o PSDB acha que você ou é tucano ou é burro (risos). Agora, a crítica que se faz ao PT erra a mão. Não só ao PT, mas principalmente ao Lula. Quando a oposição vem dizer que se trata do governo mais corrupto da história do Brasil é preciso dizer "espera aí".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando aquele senador tucano canastrão diz que vai bater no Lula, dar porrada, quando chamam o Lula de vagabundo, de ignorante, aí estão errando muito a mão. Governo mais corrupto da história? Onde está o corruptômetro? É preciso investigar as coisas, sim. Tem que punir, sim. Mas vamos entender melhor as coisas. A gente sabe que a corrupção no Brasil está em toda parte. E vem agora esse pessoal do PFL, justamente ele, fazer cara de ofendido, de indignado?!. Não vão me comover...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Preconceito de classe&lt;/span&gt;: O preconceito de classe contra o Lula continua existindo - e em graus até mais elevados. A maneira como ele é insultado eu nunca vi igual. Acaba inclusive sendo contraproducente para quem agride, porque o sujeito mais humilde ouve e pensa: "Que história é essa de burro!?" "De ignorante !? " "De imbecil !?". Não me lembro de ninguém falar coisas assim antes, nem com o Collor. "Vagabundo! Ladrão! Assassino!" - até assassino eu já ouvi. Fizeram o diabo para impedir que o Lula fosse presidente. Inventaram plebiscito, mudaram a duração do mandato, criaram a reeleição. Finalmente, como se fosse uma concessão: deixaram Lula assumir. "Agora sai já daí, vagabundo !". É como se estivessem despachando um empregado a quem se permitiu o luxo de ocupar a Casa Grande. "Agora volta pra senzala!". Eu não gostaria que fosse assim. Eu voto no Lula!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A economia não vai mudar se o presidente for um tucano. A coisa está tão atada que honestamente não vejo muita diferença entre um próximo governo Lula e um governo da oposição. Mas o país deu um passo importante elegendo Lula. Considero deseducativo o discurso em voga: "Tão cedo esses caras não voltam, eles não sabem fazer, não são preparados, não são poliglotas". Acho tudo isso muito grave. Hoje eu voto no Lula. Vou votar no Alckmin? Não vou. Acredito que, apesar de a economia estar atada como está, ainda há uma margem para investir no social que o Lula tem mais condições de atender. Vai ficar devendo, claro. Já está devendo. Precisa ser cobrado. Ele dizia isso: "Quero ser cobrado, vocês precisam me cobrar, não quero ficar lá cercado de puxa-sacos". Ouvi isso dele na última vez que o vi, antes dele tomar posse, num encontro aqui no Rio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Sobre o PSOL&lt;/span&gt;: Percebo nesses grupos um rancor que é próprio dos ex: ex-petista, ex-comunista, ex-tudo. Não gosto disso, dessa gente que está muito próxima do fanatismo, que parece pertencer a uma tribo e que quando rompe sai cuspindo fogo. Eleitoralmente, se eles crescerem, vão crescer para cima do PT e eventualmente ajudar o adversário do Lula.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Papel da mídia&lt;/span&gt;: Não acho que a mídia tenha inventado a crise. Mas a mídia ecoa muito mais o mensalão do que fazia com aquelas histórias do Fernando Henrique, a compra de votos, as privatizações. O Fernando Henrique sempre teve uma defesa sólida na mídia, colunistas chapa-branca dispostos a defendê-lo a todo custo. O Lula não tem. Pelo contrário, é concurso de porrada para ver quem bate mais.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Participe também das Comunidades do Orkut:

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Prestar atenção na atuação da mídia. É importante ficar ciente do histórico de cada político, saber seus projetos passados e futuros antes de escolher o merecedor de seu voto. Mas é preciso lembrar que a mídia (seja rádio, revistas, tv, Internet, jornais, reco-reco, bolão e azeitona) não participa do processo eleitoral isenta de parcialidade. A mídia é parcial, escolhe, promove e derruba candidatos. A mídia é importante por tornar-se uma vitrine dos acontecimentos políticos e ajuda no processo de escolha, mas é perigosa quando o eleitor não observa com um olhar crítico sobre a informação veiculada. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;A mídia trasmite informações filtradas pelo arcabouço ideológico pessoal (de quem escreve) e institucional (de quem veicula), afetada ainda por interesses econômicos. A imparcialidade que os veículos de comunicação procuram demonstrar são um mito muito distante da realidade. Basta atentar para os fatos mais recentes do nosso cotidiano político para perceber isso.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;O Caso do Dossiê&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;O Escândalo das Ambulâncias é por si só mais um lamentável esquema de corrupção que deve ser investigado sem barreiras, nem limites, para se chegar aos responsáveis. No decorrer das investigações, surge o nome José Serra, através do Dossiê, como suposto arquiteto do esquema. Mas numa reviravolta surpreendente, descobre-se que o dossiê estava sendo negocioado por membros do PT com jornalistas da revista Isto É para ampla divulgação (todos negam envolvimento no caso).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;A mídia em geral difunde a estratégia do PSDB e do PFL para esvaziar o dossiê enquanto exige responsabilizar os integrantes do PT e, por tabela, o Presidente da República. Segundo o argumento, deve-se investigar aqueles que tentaram negociar o dossiê. Estão com toda a razão, em parte. Sim! Deve-se investigar essa irregularidade, apontar os responsáveis e aplicar as penalidades previstas em lei (e que isso não vire pizza). Mesmo que o caso possa atingir o Presidente (Impeachment nele, caso se prove a culpa).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Por que, em parte? Porque a estratégia dos distintos partidos procura abafar o outro lado da questão. De qualquer forma, existe uma denúncia (plantada ou não) sobre um escândalo notório, envolvendo o ex-Ministro da Saúde, José Serra. Deve-se investigar e apurar responsabilidades do ex-ministro também. Não apenas de Serra, mas de Humberto. Que eles sejam punidos conforme o grau de envolvimento. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Acontece que a mídia vende a situação como se a ação de implantar o dossiê com as denúncias contra o ex-Ministro pudesse inocentá-lo do caso. Explico melhor: Se o dossiê seria ou não plantado pelo PT, não isenta José Serra e Geraldo Alkimin da responsabilidade sobre a Máfia dos Sanguesugas, mas também não prova que eles são culpados. Ambos os lados da questão devem ser apurados. Acompanhados pela população. E o mais importante, depois de identificar os responsáveis, DEVE HAVER PUNIÇÕES!!! CHEGA DE PIZZA QUE O MEU COLESTEROL ESTÁ ALTO DEMAIS!!!!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Resposta ao Blog: &lt;/span&gt;&lt;a style="font-family: courier new;" href="http://www.centrifugaonline.blogspot.com/"&gt;Centrífuga&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Participe também das Comunidades do Orkut:

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Fique esperto e entre nessa:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Participe das Comunidades do Orkut:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-family:courier new;" &gt;Corporate World&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;O mundo corporativo reunido num único endereço.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a style="font-family: courier new;" href="http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=20702206"&gt;http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=20702206&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-family:courier new;" &gt;Inúteis S.A.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Descubra se a Internet é cheia de inutilidades ou se a inutilidade é cheia de Internetes.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a style="font-family: courier new;" href="http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=19252239"&gt;http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=19252239&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-family:courier new;" &gt;Mister Cinema&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;A Sétima Arte como você nunca viu.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a style="font-family: courier new;" href="http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=5607921"&gt;http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=5607921&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-family:courier new;" &gt;Banda Antares&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;O som maneiro ecoa pelos corredores da Internet.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a style="font-family: courier new;" href="http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=3894085"&gt;http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=3894085&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-family:courier new;" &gt;Cineclube Cinecittà&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;O ponto de encontro virtual dos cinéfilos do Recife.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a style="font-family: courier new;" href="http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=10593282"&gt;http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=10593282&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-family:courier new;" &gt;Estúdio Zine Brasil&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;As Histórias em Quadrinhos encontraram seu espaço no Orkut.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a style="font-family: courier new;" href="http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=1725473"&gt;http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=1725473&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-family:courier new;" &gt;Erotikill&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;O outro lado da cinematografia&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a style="font-family: courier new;" href="http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=2476266"&gt;http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=2476266&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Conheça os Blogs:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-family:courier new;" &gt;Agathas&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;O Mundo Anime e afinidades.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a style="font-family: courier new;" href="http://www.agathas.blogger.com.br/"&gt;http://www.agathas.blogger.com.br/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-family:courier new;" &gt;Centrífuga&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Sempre uma mistura interessante.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a style="font-family: courier new;" href="http://www.centrifugaonline.blogspot.com/"&gt;http://www.centrifugaonline.blogspot.com/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-family:courier new;" &gt;Estúdio Zine Brasil&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;As Histórias em Quadrinhos conquistaram seu espaço na Internet.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a style="font-family: courier new;" href="http://estudiozinebrasil.blogspot.com"&gt;http://estudiozinebrasil.blogspot.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-family:courier new;" &gt;Palpites Jornalísticos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Entre aqui e deixe o seu palpite.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a style="font-family: courier new;" href="http://palpitesjornalisticos.blogspot.com/"&gt;http://palpitesjornalisticos.blogspot.com/&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Participe também das Comunidades do Orkut:

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A fita mostra um guerrilheiro ferido que tem de se esconder no apartamento de um arquiteto e é cuidado por uma mulher. Juntos, else sonham com uma revolução social no Brasil. &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;  &lt;tr valign="top"&gt; &lt;td&gt;&lt;img src="http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2006/eleicoes/images/20060406-filme4.jpg" alt="A Conspiração" border="0" height="160" width="120" /&gt;&lt;/td&gt; &lt;td&gt;&lt;b&gt;A Conspiração&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Diretor:&lt;/b&gt; Rod Lurie&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Ano:&lt;/b&gt; 2000 (EUA)&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Duração:&lt;/b&gt; 125 minutos&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Gênero:&lt;/b&gt; Drama/Suspense&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Resumo:&lt;/b&gt; Quando o vice-presidente dos EUA morre, a senadora Laine Hanson é escolhida para ocupar o cargo. Os republicanos, porém, opõem-se à sua indicação e vão à procura de algo que possa sujar sua reputação --no caso, um escândalo sexual. Recebeu 2 indicações ao Oscar. &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;  &lt;tr valign="top"&gt; &lt;td&gt;&lt;img src="http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2006/eleicoes/images/20060829-filme_corporation.jpg" alt="The Corporation" border="0" height="160" width="120" /&gt;&lt;/td&gt; &lt;td&gt;&lt;b&gt;The Corporation&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Diretor:&lt;/b&gt; Jennifer Abbott e Mark Achbar&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Ano:&lt;/b&gt; 2004&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Duração:&lt;/b&gt; 145 minutos&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Gênero:&lt;/b&gt; documentário&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Resumo:&lt;/b&gt; A partir da polêmica decisão da Suprema Corte de Justiça americana que atribui às corporações o status de "pessoa", são analisados os poderes destes organismos. A exploração da mão-de-obra barata no mundo em desenvolvimento e a devastação do meio ambiente são alguns dos fatos explorados. O documentário apresenta entrevistas de presidentes da Nike, Shell e IBM, além de Noam Chomsky, Milton Friedman e Michael Moore. &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;  &lt;tr valign="top"&gt; &lt;td&gt;&lt;img src="http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2006/eleicoes/images/20060406-filme5.jpg" alt="Dave - Presidente por um Dia" border="0" height="160" width="120" /&gt;&lt;/td&gt; &lt;td&gt;&lt;b&gt;Dave - Presidente por um Dia&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Diretor:&lt;/b&gt; Ivan Reitman&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Ano:&lt;/b&gt; 1993 (EUA)&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Duração:&lt;/b&gt; 105 minutos&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Gênero:&lt;/b&gt; Comédia/Romance&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Resumo:&lt;/b&gt; Com Kevin Kline e Sigourney Weaver. Dave Kovic é recrutado para substituir o presidente dos EUA, quando este sofre uma parada cardíaca transando com uma amante. Entretanto, as coisas não saem como planejadas e Dave permanece disfarçado indefinidamente. &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;  &lt;tr valign="top"&gt; &lt;td&gt;  &lt;span class="texto_artigo"&gt;&lt;p&gt;&lt;img src="http://www.revistaparadoxo.com/fotos/domhelder.jpg" style="padding: 5px; float: left; width: 100px; height: 128px;" align="top" border="0" hspace="10" vspace="10" /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;img src="file:///C:/DOCUME%7E1/ADMINI%7E1/CONFIG%7E1/Temp/moz-screenshot-1.jpg" alt="" /&gt;&lt;img src="file:///C:/DOCUME%7E1/ADMINI%7E1/CONFIG%7E1/Temp/moz-screenshot.jpg" alt="" /&gt;&lt;/td&gt; &lt;td&gt;&lt;b&gt;Dom Hélder Câmara - Santo Rebelde&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Diretor:&lt;/b&gt; Erika Bauer&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Ano:&lt;/b&gt; 2004&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Duração:&lt;/b&gt; 74 minutos&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Gênero:&lt;/b&gt; Documentário&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Resumo:&lt;/b&gt; Documentário sobre Dom Hélder Câmara, arcebispo emérito de Olinda e Recife, morto em 1999. Enfoca desde sua participação como figura central da ala progressista da Igreja Católica, na década de 1950, criando a Conferência Nacional de Bispos do Brasil (CNBB) e o Conselho Episcopal Latino-Americano (Celam), até suas ações durante a ditadura militar. Em 1970, o poder público proibiu qualquer manifestação de apoio ao arcebispo. Neste período, Dom Hélder viajou por toda Europa a convite de grandes universidades para proferir palestras sobre justiça e paz. Sua luta é contada por amigos, estudiosos e por ele próprio, em cenas e fotos inéditas. &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;  &lt;tr valign="top"&gt; &lt;td&gt;&lt;img src="http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2006/eleicoes/images/20060406-filme15.jpg" alt="Eleição" border="0" height="160" width="120" /&gt;&lt;/td&gt; &lt;td&gt;&lt;b&gt;Eleição&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Diretor:&lt;/b&gt; Alexander Payne&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Ano:&lt;/b&gt; 1999 (EUA)&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Duração:&lt;/b&gt; 103 minutos&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Gênero:&lt;/b&gt; Comédia&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Resumo:&lt;/b&gt; Uma sátira à ambição e à busca pelo poder dentro de uma escola americana. Do diretor Alexander Payne, com Matthew Broderick e Reese Whiterspoon no elenco. Recebeu uma indicação ao Oscar. &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;  &lt;tr valign="top"&gt; &lt;td&gt;&lt;img src="http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2006/eleicoes/images/20060829-filme_enron.jpg" alt="Enron - Os Mais espertos da Sala" border="0" height="160" width="120" /&gt;&lt;/td&gt; &lt;td&gt;&lt;b&gt;Enron - Os Mais espertos da Sala&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Diretor:&lt;/b&gt; Alex Gibney&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Ano:&lt;/b&gt; 2005&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Duração:&lt;/b&gt; 109 minutos&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Gênero:&lt;/b&gt; Documentário&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Resumo:&lt;/b&gt; Baseado no livro de Bethany McLean e Peter Elkind, o filme trata de um dos maiores escândalos corporativos da história dos Estados Unidos, em que executivos da Enron, a 7ª maior companhia do país, fugiram com bilhões de dólares e deixaram acionistas e investidores a ver navios. Através de depoimentos e gravações é mostrada como funcionava a hierarquia interna na Enron. &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;  &lt;tr valign="top"&gt; &lt;td&gt;&lt;img src="http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2006/eleicoes/images/20060406-filme11.jpg" alt="Entreatos" border="0" height="160" width="120" /&gt;&lt;/td&gt; &lt;td&gt;&lt;b&gt;Entreatos&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Diretor:&lt;/b&gt; João Moreira Salles&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Ano:&lt;/b&gt; 2004 (Brasil)&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Duração:&lt;/b&gt; 117 minutos&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Gênero:&lt;/b&gt; Documentário&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Resumo:&lt;/b&gt; Documentário que enfoca os dias finais da campanha de Luiz Inácio Lula da Silva rumo à Presidência, em 2002. Traz imagens da campanha presidencial, das reuniões de cúpulas, com José Dirceu, José Genuino e Antonio Palocci, além das primeiras imagens de Lula ao saber da vitória. &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;  &lt;tr valign="top"&gt; &lt;td&gt;&lt;img src="http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2006/eleicoes/images/20060406-filme14.jpg" alt="Fahrenheit 11 de Setembro" border="0" height="160" width="120" /&gt;&lt;/td&gt; &lt;td&gt;&lt;b&gt;Fahrenheit 11 de Setembro&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Diretor:&lt;/b&gt; Michael Moore&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Ano:&lt;/b&gt; 2004 (EUA)&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Duração:&lt;/b&gt; 116 minutos&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Gênero:&lt;/b&gt; Documentário&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Resumo:&lt;/b&gt; O diretor Michael Moore realiza uma investigação sobre como os Estados Unidos se tornaram alvo de ataques terroristas e levanta dados sobre a administração de George W. Bush. &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;  &lt;tr valign="top"&gt; &lt;td&gt;&lt;img src="http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2006/eleicoes/images/20060829-filme_intervalo.jpg" alt="Intervalo Clandestino" border="0" height="160" width="120" /&gt;&lt;/td&gt; &lt;td&gt;&lt;b&gt;Intervalo Clandestino&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Diretor:&lt;/b&gt; Eryk Rocha&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Ano:&lt;/b&gt; 2006&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Duração:&lt;/b&gt; 94 minutos&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Gênero:&lt;/b&gt; Documentário&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Resumo:&lt;/b&gt; Em 2002, no Rio de Janeiro, o diretor registra depoimentos de pessoas comuns sobre a eleição presidencial que se aproxima. &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;  &lt;tr valign="top"&gt; &lt;td&gt;&lt;img src="http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2006/eleicoes/images/20060406-filme8.jpg" alt="Jânio a 24 Quadros" border="0" height="160" width="120" /&gt;&lt;/td&gt; &lt;td&gt;&lt;b&gt;Jânio a 24 Quadros&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Diretor:&lt;/b&gt; Luís Alberto Pereira&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Ano:&lt;/b&gt; 1981 (Brasil)&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Duração:&lt;/b&gt; 84 minutos&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Gênero:&lt;/b&gt; Documentário&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Resumo:&lt;/b&gt; O filme é um documentário rodado em preto-e-branco e em cores, tendo como personagem central o ex-presidente e ex-prefeito de São Paulo Jânio Quadros. O filme faz um balanço bem-humorado de 30 anos da vida política do Brasil. &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;  &lt;tr valign="top"&gt; &lt;td&gt;&lt;img src="http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2006/eleicoes/images/20060406-filme6.jpg" alt="JFK - A Pergunta Que Não Quer Calar" border="0" height="160" width="120" /&gt;&lt;/td&gt; &lt;td&gt;&lt;b&gt;JFK - A Pergunta Que Não Quer Calar&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Diretor:&lt;/b&gt; Oliver Stone&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Ano:&lt;/b&gt; 1991 (EUA)&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Duração:&lt;/b&gt; 189 minutos&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Gênero:&lt;/b&gt; Drama&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Resumo:&lt;/b&gt; Com os atores Kevin Costner, Gary Oldman, Sissy Spacek e Jack Lemmon, o filme narra os esforços do promotor Jim Garrison, como paladino de uma longa cruzada para provar que o presidente americano John F. Kennedy, assassinado em 1963, foi vítima de um complô. &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;  &lt;tr valign="top"&gt; &lt;td&gt;&lt;img src="http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2006/eleicoes/images/20060406-filme1.jpg" alt="Luar Sobre Parador" border="0" height="160" width="120" /&gt;&lt;/td&gt; &lt;td&gt;&lt;b&gt;Luar Sobre Parador&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Diretor:&lt;/b&gt; Paul Mazursky&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Ano:&lt;/b&gt; 1988 (EUA)&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Duração:&lt;/b&gt; 103 minutos&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Gênero:&lt;/b&gt; Comédia&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Resumo:&lt;/b&gt; Com Raul Julia e Sônia Braga. Na véspera das eleições na República de Parador, o general-ditador morre, e um ator que é seu sósia é obrigado a assumir o lugar dele. Sônia Braga faz a o papel da Madonna, a amante do poderoso ditador. &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;  &lt;tr valign="top"&gt; &lt;td&gt; &lt;img style="width: 116px; height: 159px;" alt="http://www.cecac.org.br/Imagens%20Utiliz%E1veis/memoria_do_saqueio_cartaz.jpg" src="http://www.cecac.org.br/Imagens%20Utiliz%E1veis/memoria_do_saqueio_cartaz.jpg" /&gt;&lt;/td&gt; &lt;td&gt;&lt;b&gt;Memórias do Saqueio&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Diretor:&lt;/b&gt; Fernando E. Solanas&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Ano:&lt;/b&gt; 2004&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Duração:&lt;/b&gt; 120 minutos&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Gênero:&lt;/b&gt; Documentário&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Resumo:&lt;/b&gt; Após a queda do regime militar em 1983, successivos governos democráticos lançaram uma série de reformas que propunham transformar a Argentina na mais liberal e próspera economia do mundo. Menos de 20 anos depois, os argentinos perderam literalmente tudo: empresas estatais foram vendidas por preços muito abaixo de seu valor, as privatizações serviram para enriquecer políticos corruptos, a reforma trabalhista tirou todos os direitos dos trabalhadores, a fome se espalhou pela nação e millhões de pessoas perderam suas economias graças a um colapso bancário. O filme mostra aspectos políticos, financeiros, sociais e judiciais levaram o país à ruína. &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;  &lt;tr valign="top"&gt; &lt;td&gt;&lt;img src="http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2006/eleicoes/images/20060406-filme7.jpg" alt="Mera Coincidência" border="0" height="160" width="120" /&gt;&lt;/td&gt; &lt;td&gt;&lt;b&gt;Mera Coincidência&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Diretor:&lt;/b&gt; Barry Levinson&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Ano:&lt;/b&gt; 1997 (EUA)&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Duração:&lt;/b&gt; 97 minutos&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Gênero:&lt;/b&gt; Comédia&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Resumo:&lt;/b&gt; Com Dustin Hoffman e Robert De Niro. Duas semanas antes da eleição, o presidente dos EUA, que concorre à reeleição, envolve-se num escândalo sexual. Para distrair a atenção da imprensa, seu assessor contrata um produtor de cinema. Duas indicações ao Oscar. &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;  &lt;tr valign="top"&gt; &lt;td&gt;&lt;img src="http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2006/eleicoes/images/20060406-filme3.jpg" alt="Nixon" border="0" height="160" width="120" /&gt;&lt;/td&gt; &lt;td&gt;&lt;b&gt;Nixon&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Diretor:&lt;/b&gt; Oliver Stone&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Ano:&lt;/b&gt; 1995 (EUA)&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Duração:&lt;/b&gt; 190 minutos&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Gênero:&lt;/b&gt; Drama&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Resumo:&lt;/b&gt; Com Anthony Hopkins. Traz a trajetória do ex-presidente dos EUA Richard Nixon desde a infância, passando por ponto essenciais da sua história, como a derrota para John Kennedy, sua ascensão política, as duas eleições e a queda devido ao escândalo Watergate. &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;  &lt;tr valign="top"&gt; &lt;td&gt;&lt;img src="http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2006/eleicoes/images/20060406-filme13.jpg" alt="Olga" border="0" height="160" width="120" /&gt;&lt;/td&gt; &lt;td&gt;&lt;b&gt;Olga&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Diretor:&lt;/b&gt; Jayme Monjardim&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Ano:&lt;/b&gt; 2004 (Brasil)&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Duração:&lt;/b&gt; 141 minutos&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Gênero:&lt;/b&gt; Drama&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Resumo:&lt;/b&gt; Inspirado no livro de Fernando Morais, a produção conta a história da judia Olga Benário. Nascida em Munique em 1908, ela se tornou militante comunista na adolescência. Em 1934, foi designada por Moscou para proteger Luís Carlos Prestes durante sua volta ao Brasil. &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;  &lt;tr valign="top"&gt; &lt;td&gt;&lt;img src="http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2006/eleicoes/images/20060406-filme10.jpg" alt="Peões" border="0" height="160" width="120" /&gt;&lt;/td&gt; &lt;td&gt;&lt;b&gt;Peões&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Diretor:&lt;/b&gt; Eduardo Coutinho&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Ano:&lt;/b&gt; 2004 (Brasil)&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Duração:&lt;/b&gt; 85 minutos&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Gênero:&lt;/b&gt; Documentário&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Resumo:&lt;/b&gt; Retrato de pessoas (daí o nome Peões) que participaram das greves do ABC em 1979 e 1980 ao lado de Lula. Não aparecem apenas companheiros do então líder sindical, mas também figuras simples, que circulavam à sua volta, como a dona do bar em que Lula costumava almoçar. &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;  &lt;tr valign="top"&gt; &lt;td&gt;&lt;img src="http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2006/eleicoes/images/20060829-filme_sol.jpg" alt="O Sol - Caminhando Contra o Vento" border="0" height="160" width="120" /&gt;&lt;/td&gt; &lt;td&gt;&lt;b&gt;O Sol - Caminhando Contra o Vento&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Diretor:&lt;/b&gt; Tetê Moraes&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Ano:&lt;/b&gt; 2005&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Duração:&lt;/b&gt; 93 minutos&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Gênero:&lt;/b&gt; Documentário&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Resumo:&lt;/b&gt; O documentário reconta a experiência do jornal "O Sol" durante o regime militar &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;  &lt;tr valign="top"&gt; &lt;td&gt;&lt;img src="http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2006/eleicoes/images/20060406-filme9.jpg" alt="Todos os Homens do Presidente" border="0" height="160" width="120" /&gt;&lt;/td&gt; &lt;td&gt;&lt;b&gt;Todos os Homens do Presidente&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Diretor:&lt;/b&gt; Alan J. Pakula&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Ano:&lt;/b&gt; 1976 (EUA)&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Duração:&lt;/b&gt; 138 minutos&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Gênero:&lt;/b&gt; Drama&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Resumo:&lt;/b&gt; Com Dustin Hoffman e Robert Redford. Baseado em fatos reais, o filme reconstitui o caso Watergate, escândalo político descobertos por dois jornalistas do Washington Post que resultou na queda do presidente dos EUA Richard Nixon. &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;  &lt;tr valign="top"&gt; &lt;td&gt;&lt;img src="http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2006/eleicoes/images/20060406-filme2.jpg" alt="O Voto é Secreto" border="0" height="160" width="120" /&gt;&lt;/td&gt; &lt;td&gt;&lt;b&gt;O Voto é Secreto&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Diretor:&lt;/b&gt; Babak Payami&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Ano:&lt;/b&gt; 2001 (Irã/Itália/Canadá/Suíça)&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Duração:&lt;/b&gt; 105 minutos&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Gênero:&lt;/b&gt; Drama&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Resumo:&lt;/b&gt; A vida de um soldado que cumpre suas funções em uma praia deserta se vê alterada após a queda de uma urna de eleições presa a um pára-quedas. Logo depois, chega a "dona" da urna, encarregada de recolher os votos daquela comunidade.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;table style="font-family: verdana; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 12px; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal; margin-top: 10px; width: 427px; height: 198px;" border="0" cellpadding="8" cellspacing="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr valign="top"&gt;&lt;td&gt;&lt;img style="cursor: -moz-zoom-in; width: 129px; height: 172px;" alt="http://i2.photobucket.com/albums/y3/Fotolover/Therightstuff.jpg" src="http://i2.photobucket.com/albums/y3/Fotolover/Therightstuff.jpg" /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;b&gt;Os Eleitos - Onde o Futuro Começa&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Diretor:&lt;/b&gt; Philip Kaufman&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Ano:&lt;/b&gt; 1983 (EUA)&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Duração:&lt;/b&gt; 193 minutos&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Gênero:&lt;/b&gt; Drama&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Resumo:&lt;/b&gt; A origem da Nasa e os primeiros passos dos pilotos para superar todos os limites da aviação. Eles se tornaram os primeiros astronautas. Fique atento: Apesar do título, esse filme não trata de eleições, nem de pol.&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;table style="font-family: verdana; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 12px; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal; margin-top: 10px; width: 416px; height: 166px;" border="0" cellpadding="8" cellspacing="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr valign="top"&gt;&lt;td&gt;&lt;a href="http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=5607921"&gt;&lt;img src="http://images3.orkut.com/images/mittel/21/5607921.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;b&gt;Mister Cinema&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Diretor:&lt;/b&gt; Ronilson Araújo&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Ano:&lt;/b&gt; 2005 (BRA)&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Duração:&lt;/b&gt; O tempo que você quiser&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Gênero:&lt;/b&gt; Comunidade do Orkut&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Resumo:&lt;/b&gt; Essa comunidade é dedicada a Sétima Arte onde vc encontra muitas informações sobre filmes, diretores, artistas, bastidores, temáticas, estéticas. Não deixe de conhecer e participar.&lt;br /&gt;Clique Aqui: &lt;a href="http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=5607921"&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;Mister Cinema&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Participe também das Comunidades do Orkut:

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O livre exercício do          voto surgiu em terras brasileiras com os primeiros núcleos de povoadores,          logo depois da chegada dos colonizadores. Foi o resultado da tradição          portuguesa de eleger os administradores dos povoados sob domínio luso.          Os colonizadores portugueses, mal pisavam a nova terra descoberta, passavam          logo a realizar votações para eleger os que iriam governar as vilas e          cidades que fundavam. Os bandeirantes paulistas, por exemplo, iam em suas          missões imbuídos da idéia de votar e de serem votados. Quando chegavam          ao local em que deveriam se estabelecer, seu primeiro ato era realizar          a eleição do guarda- mor regente. Somente após esse ato eram fundadas          as cidades, já sob a égide da lei e da ordem. Eram estas eleições realizadas          para governos locais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;As          eleições para governanças locais foram realizadas até a Independência.          A primeira de que se tem notícia aconteceu em 1532, para eleger o Conselho          Municipal da Vila de São Vicente-SP. As pressões populares e o crescimento          econômico do país, contudo, passaram a exigir a efetiva participação de          representantes brasileiros nas decisões da corte. Assim, em 1821, foram          realizadas eleições gerais para escolher os deputados que iriam representar          o Brasil nas Cortes de Lisboa. Essas eleições duraram vários meses, devido          a suas inúmeras formalidades, e algumas províncias sequer chegaram a eleger          seus deputados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;A eleição          às Cortes de Lisboa seguiu as determinações da Constituição          espanhola de 1812, adotada para o Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves,          e realizou-se em quatro graus: os cidadãos de cada freguesia, sem          restrições de votos, nomearam compromissários, que          escolheram eleitores de paróquia. Estes designaram os eleitores          da comarca, que, finalmente, elegeram os deputados. &lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;O sistema de eleições foi depois simplificado. Em 1822,          estabeleceram-se eleições em dois graus - os cidadãos          das freguesias escolhiam os eleitores de paróquias e estes nomeavam          os deputados.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Até          1828, as eleições para os governos municipais obedeceram às chamadas Ordenações          do Reino, que eram as determinações legais emanadas do rei e adotadas          em todas as regiões sob o domínio de Portugal. No princípio, o voto era          livre, todo o povo votava. Com o tempo, porém, ele passou a ser direito          exclusivo dos que detinham maior poder aquisitivo, entre outras prerrogativas.      &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A idade mínima para votar era 25 anos. Escravos, mulheres, índios e assalariados          não podiam escolher representantes, nem governantes. &lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;         Em 1881, a Lei Saraiva estabeleceu pela primeira vez eleições          diretas. O&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;s          votos eram a princípio depositados em bolas de cera chamadas de pelouros;          depois vieram as urnas de madeira, as de ferro e as de lona, até que se          implementou em todo o País, no ano 2000, o voto informatizado, realizado          em urnas eletrônicas que possibilitam a apuração das eleições quase que          de forma imediata.&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;&lt;a href="http://www.tse.gov.br/internet/index.html"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Participe também das Comunidades do Orkut:

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http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=5607921&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17277918-115962566905844681?l=publicreaction.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.tse.gov.br/institucional/centro_memoria/historia_eleicoes_brasil/principal/historia.html' title='Eleições no Brasil'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://publicreaction.blogspot.com/feeds/115962566905844681/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17277918&amp;postID=115962566905844681' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17277918/posts/default/115962566905844681'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17277918/posts/default/115962566905844681'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://publicreaction.blogspot.com/2006/09/eleies-no-brasil.html' title='Eleições no Brasil'/><author><name>publiccreation</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15733737264001757344</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17277918.post-115962230877138811</id><published>2006-09-30T09:06:00.000-04:00</published><updated>2006-10-15T09:54:34.976-04:00</updated><title type='text'>Democracia</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/1975/1662/1600/athens.0.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1975/1662/320/athens.0.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/"&gt;Wikipedia&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo a Wikipdia, a origem da definição da palavra Democracia pode ser encontrada no trabalho de Aristóteles que distingüiu, no seu livro &lt;i&gt;Política&lt;/i&gt;, seis formas de governo, seja, por poucos ou muitos, e se a administração era justa ou injusta. Ele chamou de &lt;i&gt;demokratia&lt;/i&gt; (democracia) um governo injusto governado por muitos, e um sistema justo governado por muitos chamou &lt;i&gt;politeia&lt;/i&gt;, normalmente traduzido como &lt;i&gt;república&lt;/i&gt; (do Latim &lt;i&gt;res publica&lt;/i&gt;, 'coisa pública'). A &lt;i&gt;demokratia&lt;/i&gt; de Aristóteles chegou mais perto do que hoje podemos chamar democracia direta, e &lt;i&gt;politeia&lt;/i&gt; se aproximou do que podemos chamar &lt;i&gt;democracia representativa&lt;/i&gt;, embora a &lt;i&gt;demokratia&lt;/i&gt; ainda tenha executivos eleitos. &lt;p&gt;As palavras "democracia" e "república" foram usadas de forma similar a Aristótoles por alguns dos fundadores Estados Unidos. Eles argumentavam que só uma democracia representativa (por si chamada 'república') poderia proteger o direito dos indivíduos; usavam a palavra 'democracia' para se referir à direta considerada tirânica.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Nem a definição de Aristóteles nem a dos primeiros administradores norte americanos é normalmente usada atualmente -- a maioria dos cientistas políticos hoje (e ainda mais do que o povo em geral) usa o termo "democracia" para se referir a um governo pelo povo, seja direto ou representativo. Diz-se "república" normalmente significando um sistema político onde um chefe de estado é eleito por um tempo limitado, oposto de uma monarquia constitucional.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Em alguns países, como aqui, o voto não é um direito, e sim uma obrigação.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A prática do voto obrigatório remonta à Grécia Antiga, quando o legislador ateniense Solon fez aprovar uma lei específica obrigando os cidadãos a escolher um dos partidos, caso não quisessem perder seus direitos de cidadãos. A medida foi parte de uma reforma política que visava conter a radicalização das disputas entre facções que dividiam a pólis. Além de abolir a escravidão por dívidas e redistribuir a população de acordo com a renda, criou também uma lei que impedia os cidadãos de se absterem nas votações da assembléia, sob risco de perderem seus direitos.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;No Brasil, o voto é obrigatório para cidadãos entre 18 e 65 anos, e opcional para cidadãos de 16, 17 ou acima de 65 anos. Críticos dessa lei argumentam que ela facilita a criação de currais eleitorais, onde eleitores de baixo nível educacional e social são facilmente corrompidos por políticos de maior poder financeiro, que usam técnicas de marketing (quando não dinheiro vivo ou favores diretos) para cooptá-los. Ainda de acordo com os críticos, o voto obrigatório é uma distorção: o voto é um direito, e a população não pode ser coagida a exercê-lo.&lt;/p&gt;Das 165 repúblicas atuais, apenas 12 mantêm regime democrático há mais de 30 anos:&lt;br /&gt;Estados Unidos, França, Alemanha, África do Sul, Venezuela, Colômbia, México, Portugal, Itália, Irlanda, Suíça e Áustria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Experiência Virtual&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recentemente surgiu na Internet uma experiência inspirada no desenvolvimento da enciclopédia virtual Wikipédia, chamada &lt;a href="http://campanhas.wikia.com/"&gt;Wiki Política&lt;/a&gt;, onde os cidadãos são convidados a participarem do debate político direto, sem intermediários. O site oferece versões em vários idiomas, inclusive no português. Uma experiência interessante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Participe também das Comunidades do Orkut:

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